quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A briga pela liderança continua: Que venha o Inter!


GUIA DA RODADA #14: times lutam por vagas no acessível G-4. Diferença entre o quarto colocado, Corinthians, e o décimo, Vasco, é de apenas três pontos. Briga pelas primeiras colocações esquenta a rodada




A luta pelo G-4 costuma ser o maior atrativo do Campeonato Brasileiro. Se a briga pelo título geralmente se restringe a poucos times, uma vaga na área que garante lugar na Taça Libertadores da América se tornou acessível como há muito tempo não acontecia. Nesta edição do torneio, o grupo varia entre 21 e 25 pontos, e pode ser atingido por até seis times que estão logo abaixo - fato que só ocorreu em 2007 na "era dos pontos corridos", cujo início se deu há exatos dez anos. Uma disputa acirrada, que será alimentada por confrontos diretos nesta 14ª rodada. Dividindo a liderança, Cruzeiro e Botafogo enfrentam Grêmio e Internacional, respectivamente, que também são concorrentes ao G-4.

A missão da Raposa é complicada: vai à Arena do Grêmio em busca dos três pontos, que não vieram no Mineirão, no último domingo, quando a equipe teve a chance de se isolar na liderança do Brasileirão, mas apenas empatou sem gols com o Santos. Já o Botafogo, que não fez valer o mando de campo no Mané Garrincha e também ficou só no empate com o Goiás na última rodada, volta ao Maracanã para encarar o Internacional e também buscar a ponta de maneira exclusiva. 

*A vitória dos gaúchos sobre a Raposa, em casa, é perfeitamente possível e vamos torcer por ela. Porque não?

Dois duelos de times em situações opostas marcam a 14ª rodada. Na quarta-feira, o Corinthians tenta manter seu embalo e segurar a vaga no G-4 contra o Fluminense no estádio do Maracanã. A equipe carioca briga para não se aproximar ainda mais da zona de rebaixamento - da qual se encontra a apenas dois pontos. 

*Sou mais um time todo de "guerreiros" do que o de um Guerreiro só (rsrsr). Pra cima deles, Flu!


Comentários do blogueiro: Essa é a proposta do site da globo para todos os jogos da rodada e a cada semana destacamos aqui, apenas a análise relativa aos jogos do Botafogo que é o que nos interessa. Caso você tenha interesses por outras partidas, dicas do cartola e outros coisas mais, poderá ir direto no site anunciado.


BOTAFOGO X INTERNACIONAL
QUINTA-FEIRA, 21H - MARACANÃ


O confronto que fecha a 14ª rodada do Campeonato Brasileiro promete ser equilibrado. Dividindo a liderança com o Cruzeiro (fica em segundo pelos critérios de desempate), o Botafogo volta ao Maracanã para superar o tropeço da última rodada - quando apenas empatou com o Goiás em Brasília - e se manter na ponta de cima da tabela de classificação. Com Seedorf na liderança da equipe mais uma vez, o Fogão defende uma invencibilidade de seis partidas. Reforçado para o Brasileirão e com um jogo a menos que todos os dez primeiros colocados, o Internacional busca provar mais uma vez a força de seu elenco e, ao mesmo tempo, evitar que um dos concorrentes diretos se distancie. Os três pontos são absolutamente fundamentais para ambos os lados.


Na TV: SporTV (menos RJ) e PremiereFC 2: Jáder Rocha e Lédio Carmona.

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO) apita a partida, auxiliado por Rogério Pablos Zanardo (SP) e Luiz Carlos Silva Teixeira (BA).

Você sabia que... Botafogo e Internacional não se enfrentam no Maracanã há seis anos? O último confronto entre as duas equipes neste estádio aconteceu no dia 19 de agosto de 2007. Na oportunidade, a partida terminou empatada em 1 a 1.



Comentários do blogueiro: Vencer e secar. Essa era a missão dos alvinegros na rodada passada e continua viva nessa também. Bastava uma vitória sobre o Goiás no sábado e torcer por tropeços do Cruzeiro (líder por critérios de desempate) contra o Santos e Coxa que contra o Vasco, que jogavam em casa, para voltar à liderança do Brasileirão.
Veja o nosso post do pré-jogo "Dever de casa em Brasília", previsão que acabou não acontecendo. O time ficou devendo e foi reprovado pela torcida:http://felipaodf.blogspot.com.br/2013/08/dever-de-casa-em-brasilia.html


Esperávamos que o Bota fizesse o dever de casa contra o Goiás do artilheiro Walter, sensação do time esmeraldino, dado a recepção que o time teve desde sua chegada à cidade. A procura de ingressos foi grande e proporcionou uma renda de 1,5 milhões, com 23,3 mil pagantes que foram apoiar o time. 

Nossa previsão de público girava em torno de 30 mil, veja no post da chegada do Bota à cidade: http://felipaodf.blogspot.com.br/2013/08/vamosinvadiromane.html


Seedorf era dúvida e teve sua presença confirmada pelo placar do estádio faltando 5 minutos para o início da partida. A torcida presente foi ao delírio prevendo uma festa que não se confirmou. O time não passou de um empate sem graça com o Goiás e perdeu a oportunidade de se distanciar na liderança do campeonato.

Com as ausências de Bolívar, Gabriel e Lodeiro, 
o time não se encontrou em campo. Os três substitutos foram muito mal. André Bahia, Renato e Elias não corresponderam as expectativas e foram, ao lado do desgaste físico de alguns jogadores, os responsáveis pela queda de produção em razão direta da perda da principal característica do time na competição: a força de seu conjunto. 

Com isso, o principal destaque do jogo acabou sendo o gordinho Walter, artilheiro do Goiás. Como alertava o goleiro Jefferson antes da partida: - é motivo de preocupação.

Veja o que escrevemos após o jogo: "Reflexões tardias sobre o jogo em Brasília": https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=2772368547745701419#allposts/postNum=1



Saímos do Mané Garrincha frustrados com o resultado e mais ainda com o desempenho do time. Jogamos muito abaixo das nossas possibilidades, mesmo considerando-se as ausências de jogadores importantes no esquema.

Com o fechamento da rodada, no domingo, vimos que os resultados dos concorrentes diretos ajudaram a minimizador o desânimo que nosso empate causou. Com a derrota do Coxa pro Vasco e o empate do Cruzeiro, as posições anteriores foram mantidas e o poderoso Corinthians chegou. Continuamos com a mesma pontuação da Raposa, perdendo a 1a. posição pelo saldo de gols. Dessa forma, a luta pela liderança continua na quinta-feira, contra o Inter de D'Alesandro e Damião, já sabendo dos resultados dos concorrentes. A torcida, como sempre, terá um papel fundamental na busca pela vitória na volta do time ao Maracanã.


No jogo de Brasília, faltou Bolívar, Gabriel e Lodeiro: jogadores sem substitutos à altura no atual elenco alvinegro. A falta de coordenação entre as linhas era evidente e nem Seedorf, que voltava ao time à meia-boca, conseguiu amenizar. 

Era visível o desgaste físico de Rafael Marques, Seedorf e Julio Cesar antes mesmo do intervalo da partida. Somente o meia chegou ao final do jogo sem ser substituído. Com isso, a marcação sobre pressão no campo adversário não foi feita, residindo aí o nosso principal problema.

Como agravante, ainda tivemos que conviver com o baixo rendimento técnico de André Bahia – visivelmente nervoso, e Renato – permanentemente sem ritmo de jogo. Era muito para uma partida só. Canhoto assim como Dória, Bahia foi escalado pela direita da zaga e mostrou muita dificuldade em sair jogando. Acabou protagonizando o lance bisonho do empate esmeraldino ao tentar cortar um cruzamento com a perna direita (dito, cega). A bola resvalou na sua canela e foi direto pro gol sem que Jefferson pudesse alcança-la.

Com os três desfalques e Seedorf a meia boca, o time sentiu e poucos não sentiriam. Somente clubes com elencos fortes como o Cruzeiro, Atlético, Corinthians e os times do sul conseguiriam manter o padrão. 

O Botafogo é competitivo pela força de seu conjunto e lampejos de alguns de seus jogadores a cada partida. Depois dessa experiência podemos afirmar que com o time titular e uma ou outra modificação, temos condições de continuar brigando no G-4 e até chegar ao título. Do contrário, com sorte, repetiremos a posição do ano passado.

Jefferson, Bolívar, Dória, Seedorf, Rafael Marques, Vitinho e Lodeiro formam a base que vem sustentando essa condição. Outro que pode chegar a essa condição é Gilberto, que não joga contra o Inter. O lateral vem subindo muito de produção, fez sua melhor partida como titular e caminha para ser um dos destaques do campeonato na posição. Vai ser difícil de tirá-lo do time, mesmo quando Lucas voltar.

Por outro lado, continuamos mal de atacantes e novamente perdemos muitas chances claras de gol. Não fomos devidamente mobiliados na posição por falta de estrutura financeira do clube. Não temos um elenco homogêneo capaz de suportar tantas ausências num mesmo jogo, comuns nesse tipo de competição e que, via de regra, ocorrem também com os concorrentes. As coisas ainda podem se agravar com a retomada da Copa do Brasil que tem seu reinício programado para o meio da semana que vem.

O negócio agora é recuperar os estafados e contar com a volta de Bolívar e Gabriel pra reequilibrar o time. Jefferson na seleção e Gilberto suspenso não jogam e devem ser substituídos por Renan e Edilson. A saga continua.

É com eles que vamos buscar o que é nosso, pois a liderança está em nossas mãos.

Escalações

Botafogo: Sem problemas de última hora, Oswaldo deve mandar a campo os seguintes jogadores: Renan, Edilson, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos e Gabriel; Seedorf, Vitinho e Rafael Marques; Elias.

Internacional: O Inter de Dunga, assim como indicou o treino desta quarta, terá o seguinte escalação: Muriel; Jorge Henrique, Ronaldo Alves, Juan e Fabrício; Ygor, Willians, Alex e D'Alessandro; Scocco e Leandro Damião.

Boa sorte Fogão!

Matéria base: GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro


Por @Felipaodf/Botafogodeprimeira.com

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Reflexões tardias sobre o jogo em Brasília





Saímos do Mané Garrincha frustrados com o resultado e mais ainda com o desempenho do time. Jogamos muito abaixo das nossas possibilidades, mesmo considerando-se as ausências de jogadores importantes no esquema.

As dificuldades em lidar com os desfalques foram maiores do que as previstas. Coletivamente, o time sentiu muito e sobraram problemas na cobertura do setor defensivo, na saída de bola e também na criação das jogadas. Quase nada deu certo em campo. No final, um empate sem graça em que o melhor do Bota foi o goleiro Jefferson e o melhor da partida, disparado, o atacante esmeraldino
Walter que quase saiu de campo consagrado ao mandar um balaço na trave alvinegra pouco antes do final. Uma derrota para o Goiás em “casa” a essa altura do campeonato, seria cruel para a torcida que compareceu em bom número ao estádio (mais de 23 mil) e desastroso para as pretensões do clube na competição.

Nossa previsão de público girava em torno de 30 mil, veja no post da chegadA do Bota à cidade: http://felipaodf.blogspot.com.br/2013/08/vamosinvadiromane.html

Com o fechamento da rodada no domingo, em que o Coxa foi derrotado pelo Vasco jogando em casa e o Cruzeiro não passou de um empate sem graça contra o Santos, no Mineirão, o nosso resultado acabou sendo absorvido pela falta de força dos concorrentes diretos. Dessa forma, a luta pela liderança continua na quinta, contra o Inter de D'Alesandro e Damião. A torcida terá um papel fundamental nesse reencontro com o time, marcado para o Maracanã.

No jogo de Brasília, faltou Bolívar, Gabriel e Lodeiro: jogadores sem substitutos à altura no atual elenco alvinegro. Com as ausências, o time andou perdido em campo. A falta de coordenação entre as linhas era evidente e nem Seedorf, que voltava ao time à meia-boca, conseguiu amenizar. O time deu sinais de fadiga antes mesmo da metade da partida. Era visível o desgaste de alguns jogadores em razão da dura sequência de jogos e viagens. Rafael Marques, Seedorf e Julio Cesar foram os que mais pareciam sentir. Somente o meia chegou ao final do jogo sem ser substituído. Resultado: não conseguimos conter o Goiás em seu campo (que nem forçou muito a barra) como vinha sendo feito com todos os adversários até aqui, independente de jogarmos dentro ou fora de casa.

Como agravante, ainda tivemos que conviver com o baixo rendimento técnico de André Bahia – visivelmente nervoso na condição de substituto de Bolívar e Renato – permanentemente sem ritmo de jogo. Era muito para uma partida só. Canhoto assim como Dória, Bahia foi escalado pra jogar pela direita da zaga. Mostrou muita dificuldade em sair jogando e acabou produzindo o lance bisonho do empate dos goianos ao tentar cortar um cruzamento a meia altura com a perna direita. A bola resvalou na sua canela e foi direto ao gol sem que Jefferson pudesse alcança-la. Saiu arrasado. Fazer o que?

Entranhei o fato do time entrar relaxado na marcação e postado na intermediária à espera de um lampejo de Vitinho lá na frente. Preferi não comentar com os amigos em volta para não arrefecer o entusiasmo deles que torciam desesperadamente por um golzinho salvador. E o que se viu foi o gordinho Walter infernizando nossa defesa. O atacante ganhava todas as bolas invariavelmente direcionadas a ele e foi seguidamente parado com faltas. Essa foi a tônica do jogo e a melhor arma do Goiás.



Com os três desfalques e com Seedorf a meia boca, o time realmente sentiu. E poucos não sentiriam: somente os que têm elencos fortes como o Cruzeiro, Atlético, Corinthians e os times do sul conseguiriam manter o padrão. O Botafogo é competitivo pela força de seu conjunto e lampejos de alguns de seus jogadores a cada partida.

Depois dessa experiência, o diagnóstico para o restante da trajetória parece claro: com o time titular - com uma ou outra modificação - temos chances de alcançar alguma coisa dentro do G-4, inclusive o título; do contrário vamos, na base da sorte, repetir a posição do ano passado. 

Sobre os comentários de torcedores ao final do jogo, e depois nas redes sociais, de que o Bota vive apenas de Jefferson, Dória, Seedorf, Vitinho e Lodeiro, é exagero. Incluo aí nessa estrutura o experiente Bolívar - pela liderança positiva e entrosamento com Dória - e Gilberto que fez sua melhor partida até agora e dá mostras que pode ser um dos destaques do campeonato na posição. Parece ser o novo titular, mesmo após a volta de Lucas.

Continuamos mal de atacantes e novamente perdemos muitas chances de matar o jogo após a abertura do placar. Não sei por culpa de quem, mas não é falta de planejamento e sim de estrutura financeira do clube pra bancar um elenco mais homogêneo capaz de suportar as ausências que ocorrem com todos os times numa competição dura e longa como o Brasileirão. E as coisas ainda podem piorar com a retomada da Copa do Brasil que tem seu reinício programado para o meio da semana que vem. Mas isso é pra depois. O negócio agora é recuperar os estafados e contar com a volta de Bolívar e Gabriel pra reequilibrar o time. Jefferson na seleção e Gilberto suspenso não jogam e devem ser substituídos por Renan e Edilson.

É com eles que vamos buscar o que é nosso. A liderança é logo ali.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Dever de casa em Brasília


Guia da rodada #13: líderes tentam fazer dever de casa para disparar

Três primeiros colocados do Brasileiro jogam em casa na 13ª rodada, que também tem Fla-Flu e duelo de desesperados entre Lusa e São Paulo







Na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, quem fizer o dever de casa pode escapar na ponta. Os três times que estão à frente na tabela do torneio jogarão como mandantes. Coritiba, Botafogo e Cruzeiro não poderão ser alcançados neste fim de semana, mesmo com derrotas. 

No caso do Botafogo, há ainda uma curiosidade: o clube receberá o Goiás no Mané Garrincha, em Brasília, estádio muito mais próximo da sede do rival do que de General Severiano. 

No Mineirão, o Cruzeiro enfrentará o Santos, que amarga o 14º lugar com somente três vitórias em dez jogos. Já o Coritiba, o terceiro colocado do Brasileirão, joga contra o Vasco no Couto Pereira. 

*A parte de baixo da tabela, onde estão Fla e Flu - que inclusive fazem o clássico do Maraca, não nos interessa e portanto não cabe análise de nossa parte. Quanto ao Vasco, que também habita a zona morta da tabela, se conseguir um empate com o Coxa na casa eles já será um grande feito e nem vou me importar (rsrsr).

Comentários do blogueiro: Essa é a proposta do site da globo para todos os jogos da rodada e a cada semana estaremos destacando aqui, apenas a análise relativa aos jogos do Botafogo que é o que nos interessa. Caso você tenha interesses por outras partidas, dicas do cartola e outros coisas mais, poderá ir direto no site anunciado.



BOTAFOGO X GOIÁS
SÁBADO - 18H30 - MANÉ GARRINCHA


Vencer e secar. É esta a missão dos alvinegros na 13ª rodada do Brasileiro. O time de General Severiano tem 24 pontos, empatado com o líder Cruzeiro, mas ocupa a segunda colocação por conta do saldo de gols. 
Oswaldo de Oliveira e seus comandados, que venceram dois dos últimos três compromissos, enfrentam o Goiás que, por sua vez, ocupa a faixa intermediária da tabela (10ª colocação com 16 pontos) e vem de vitória sobre o lanterna Náutico. Os alvinegros terão, além de vencer o Goiás, de torcer por tropeço do Cruzeiro, que recebe o Santos no Mineirão, para voltar à liderança do Brasileiro.

Na TV: Premiere FC 1: Júlio Oliveira e Roger Flores.

Arbitragem: Sandro Meira Ricci (PE) apita o jogo, auxiliado por Alessandro Rocha Matos (BA) e Emerson Augusto de Carvalho (SP).

Você sabia que... Botafogo e Goiás não se enfrentam há quase três anos? A última partida entre as equipes aconteceu dia 15/09/2010, pela Série A do Brasileiro, com goleada goiana por 4x1 no Serra Dourada. As equipes jamais se enfrentaram no Mané Garrincha, em Brasília. 


*Eu fui a esse jogo: pura decepção. Dividimos as arquibancadas do Serra Dourado com eles e no final tudo deu errado.

Comentários do blogueiro: O Bota fez contra o Galo no meio de semana, o principal jogo da rodada. Era o líder do Brasileirão enfrentando o campeão das Américas, em seu terreiro, com previsão de um duelo especial entre Seedorf e Ronaldinho, que acabou não acontecendo. O meia alvinegro sentiu um cansaço muscular e foi vetado para a partida. Mesmo com o desfalque de última hora, o Bota fez um grande jogo e enfrentou o adversário de igual pra igual como convém a um líder. Esteve por duas vezes afrente do placar e cedeu o empate (2 a 2) no último minuto (49') dos exorbitantes acréscimos ditados pelo árbitro (5'). O Galo veio pro jogo completo (Bernard já estava negociado e estaria fora de qualquer jeito) e se recuperou da ressaca pós título depois de colecionar três derrotas seguidas que o levou direto ao Z-4. Ao final, jogadores e a torcida atleticana comemoraram muito o resultado que o livraram da zona.

Veja o nosso post do pré-jogo "Que nos desculpe o Galo, mas precisamos da vitória", na íntegra: http://felipaodf.blogspot.com.br/2013/08/que-nos-desculpe-o-galo-mas-precisamos.html

Essa é a segunda vez que temos esses exagero de acréscimos em nossas partidas e que sofremos o empate nos minutos finais. Por essas razões que vem se repetindo com frequência, a torcida protestou muito nas redes sociais. 

As substituições de Oswaldo ao final da partida que visavam quebrar o ímpeto do Galo que buscava o empate a todo custo, se mostraram inócuas. Já havia dado errado contra o Fla com a entrada do zagueiro A. Carlos e dessa vez, sobrou pra A. Bahia que entrou pra anular as tentativas do adversário que abusava das bolas alçadas sobre a área

Os motivos alegados pela torcida eram de que, numa partida escamada como essa, os jogadores sempre entram frios e desconcentrados o que os impossibilita de produzir o efeito esperado. Outros argumentam que, a entrada de volantes e zagueiros acabam chamando os adversários para nossa área o que poderia ser evitado com a entrada de atacantes com os quais o adversário deveriam se preocupar.

Mas, bola pra frente que o próximo confronto está aí.

O Bota pega o Goiás do artilheiro sensação Walter em "sua nova casa". O jogo está programado para o estádio Mané Garrincha, em Brasília, onde o clube alvinegro tem grande torcida. A julgar pela acolhida que o time teve na cidade e pela corrida às bilheterias para a aquisição de ingressos (até o fim da noite de ontem, mais de 16 mil já haviam sido vendidos), O Bota realmente jogará em casa.

O time se apresentou bem sem Seedorf (que ainda é dúvida pro jogo desse sábado) e teve como destaque o meia Lodeiro que voltou a marcar (Elias fez o primeiro). Já pra esse jogo os desfalques são mais significativos em qualidade e também em  quantidade. Estão de fora: Bolívar e Gabriel suspensos pelo 3o. cartão amarelo e Lodeiro, convocado para amistoso pela seleção uruguaia. Contra o Galo, Elias entrou como atacante mais avançado com o recuo de R. Marques para fazer a função de Seedorf.

Para o jogo contra o Goiás, A. Bahia entra na zaga e Renato deve entrar de volante na posição de Gabriel. Elias permanece no time e Seedorf deve voltar ao time compondo o trio de meias com R. Marques e Vitinho. 

O Bota é um time pronto que joga sempre da mesma forma quaisquer que sejam os adversários e contra o time esmeraldino não há razões para mudar. Os substitutos entram no time com as mesmas funções dos titulares. 

Já o Goiás vem de uma vitória em casa contra o Náutico com boa atuação do gordinho Walter. Artilheiro do Goiás na competição com quatro gols, o atacante tem chamado atenção não somente pelas suas atuações, mas também pela forma física. Considerado um pouco acima do peso, ele tem sido o destaque do time goiano na competição e é motivo de preocupação para Jefferson, segundo declarou o goleiro do Fogão. Contra o Botafogo, o Goiás tentará vencer para ter a primeira sequência de vitórias no Campeonato Brasileiro. 

Escalações

Botafogo:
Sem problemas de última hora, Oswaldo deve mandar a campo os seguintes jogadores: Jefferson, Gilberto, André Bahia, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos e Renato; Seedorf, Vitinho e Rafael Marques; Elias.

Goiás: A provável formação do Goiás tem Renan; Vítor, Ernando, Rodrigo e William Matheus; Amaral, David, Renan Oliveira e Hugo (Paulo); Tartá e Walter.

A missão é buscar a vitória a qualquer custo para alcançar à ponta da tabela e esperar que os concorrentes mais próximos tropecem no caminho e nos deixe isolado na posição. Boa sorte Fogão!


Matéria base: GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro


Por @Felipaodf/Botafogodeprimeira.com